Cuba

Apesar da alteração de liderança no país, as igrejas enfrentam uma dura pressão do governo, que permanece comprometido com as crenças ateias do comunismo e as vê como uma ameaça à revolução. Quando os líderes da igreja resistem às doutrinas do estado que são contrárias à Palavra de Deus e desobedecem às restrições governamentais sobre o testemunho cristão são chamados para interrogatório. Dado que a reunião em igrejas não registadas e a construção de novas igrejas continua a ser proibida, muitas das congregações continuam a construir ilegalmente edifícios de culto. Nos últimos anos, assistiu-se a um reavivar do “espírito da revolução” que estava em declínio. Muitos voltaram a comprometer-se com a ideologia nacionalista e comunista defendida por Fidel Castro e Che Guevara nos anos 50. Os cubanos continuam pobres e com o governo a procurar controlar todos os aspetos da vida.

Sul do México

O sul do México, onde a VDM  trabalha, tem uma alta concentração de grupos de minoria indígena que mantêm uma identidade distinta e falam línguas indígenas. É habitual os evangelistas, os pastores e os missionários viajarem várias horas ou dias para irem ao encontro de diferentes comunidades minoritárias. Mesmo com a perseguição, o número de cristãos tem crescido constantemente.

Colômbia

Muitos dos cristãos da Colômbia estão a correr grandes riscos para partilhar o Evangelho com aqueles que vivem em alguns dos lugares mais perigosos do mundo para os cristãos. Levar o Evangelho a estas zonas hostis dá muitas vezes origem a perseguições das guerrilhas armadas e das forças paramilitares. Depois de os eleitores terem rejeitado um acordo de paz com os rebeldes marxistas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em 2016, o governo aprovou um acordo com os rebeldes em 2017, sem a aprovação pública. No seguimento deste acordo, vários grupos paramilitares das zonas rurais no Norte e Oeste do país tornaram-se mais ativos e violentos.